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Limpeza

Rotina de limpeza do condomínio: como montar e como cobrar

A maior parte das reclamações sobre limpeza em condomínio não é sobre limpeza malfeita. É sobre expectativa diferente. Sem rotina escrita, cada morador tem a própria ideia do que deveria estar limpo, e a cobrança vira opinião.

Por HA Serviços3 min de leitura

Profissional de limpeza passando enceradeira no hall de área comum, ao lado do carrinho de material

O que uma rotina precisa ter

  • Ambientes: a lista de todos os espaços comuns, um por um.
  • Tarefas por ambiente: varrer, passar pano, higienizar, tirar pó, limpar vidro, recolher lixo.
  • Frequência: diária, semanal, quinzenal ou mensal, para cada tarefa.
  • Horário: quando cada tarefa acontece, considerando o movimento do prédio.
  • Responsável: quem executa e quem confere.
  • Material e equipamento: o que é usado e quem fornece.

Exemplo de frequência por ambiente

As frequências abaixo são um ponto de partida. O certo para cada prédio depende do número de unidades, do movimento e dos espaços que existem.

  • Diária: hall de entrada, elevadores, portaria, escadas de uso frequente e recolhimento de lixo.
  • Diária ou em dias alternados: corredores dos andares, conforme o movimento.
  • Semanal: garagem, área da piscina e vidros do térreo.
  • Quinzenal ou mensal: vidros altos, luminárias, grades, áreas técnicas e depósitos.

Salão de festas e churrasqueira costumam ter limpeza depois de cada uso, com regra própria no regimento interno.

Horários que evitam conflito

Limpar o hall no horário de saída para o trabalho e para a escola deixa piso molhado com gente passando. Lavar a garagem no horário de chegada também. A rotina deve concentrar as tarefas mais pesadas nos horários de menor circulação.

Comece com um mutirão

A rotina diária mantém um padrão, mas não recupera um prédio que acumulou sujeira. Por isso vale abrir o contrato com uma limpeza pesada para nivelar o padrão. É assim que começa todo contrato de limpeza terceirizada da HA Serviços.

Como conferir sem virar discussão

  1. 1Deixe a rotina escrita e acessível ao síndico, ao zelador e à equipe.
  2. 2Use uma lista de verificação por ambiente, assinada a cada execução.
  3. 3Defina quem confere: zelador, síndico ou supervisor da prestadora.
  4. 4Registre a reclamação de morador com data, local e o item da rotina que não foi cumprido.
  5. 5Revise a rotina a cada poucos meses, com base nos registros.

Material de limpeza: quem fornece

Pode ser a prestadora ou o condomínio. Quando a prestadora fornece, o valor entra no preço mensal e ela controla a reposição. Quando o condomínio fornece, ele controla a compra e o estoque, normalmente com apoio do zelador. O importante é estar escrito na proposta, junto com os equipamentos de proteção, que são sempre da prestadora.

Se a limpeza e a zeladoria se confundem no seu prédio, veja quem faz o quê no condomínio.

Perguntas sobre o tema

Com que frequência limpar as áreas comuns do condomínio?

Hall, elevadores, portaria e recolhimento de lixo costumam ser diários. Garagem e área de lazer, semanais. Vidros altos e áreas técnicas, quinzenais ou mensais. A frequência certa depende do tamanho e do movimento do prédio, e deve estar escrita na rotina.

Diarista ou empresa de limpeza: o que é melhor para o condomínio?

Diarista avulsa não tem cobertura de falta, e a contratação recorrente, com dia, horário e ordens do síndico, pode ser reconhecida como vínculo de emprego com o condomínio. A empresa terceirizada assume o vínculo, os encargos e a substituição.

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Ou escreva para comercial@haterceirizacoes.com.br